A crise é para todos: o varejo pode se beneficiar dela?

A crise é para todos: o varejo pode se beneficiar dela?

O varejo pode e deve se beneficiar da crise! Segundo a “Carta ao Leitor” da última edição da revista Supermercado Moderno (setembro/2015), escrita por Sheila Hissa, editora-chefe da revista, a visão sobre a crise no varejo pode ser entendida por outra perspectiva. Na carta, a editora-chefe da revista consegue ser otimista, colocando que apesar de ruim, a crise faz com que os varejistas não fiquem paralisados e sim incentiva-os a buscarem alternativas para melhorarem seus processos.

Como exemplo, Sheila cita que as crises impulsionam os empresários a buscar soluções criativas, maior produtividade e enfrentar práticas arcaicas mantidas até hoje graças ao conforto dos bons resultados e isso é a velha máxima de se fazer do limão uma limonada. A oportunidade, ou melhor, a necessidade, força o varejista a olhar para questões mal resolvidas e ao passar por um momento como esse e isso faz com que ele não se dê ao luxo de ter uma operação ineficiente.

Como o varejo pode se beneficiar da crise?

Um exemplo disso são as promoções que, em momentos como esse são ainda mais valorizadas pelo cliente, porém temidas pelo varejo, afinal, ao primeiro olhar, podem trazer resultados negativos para o supermercado ao prejudicarem sua margem de contribuição. Entretanto, ferramentas como a Smarket, fazem com que as ofertas deixem de ser uma forma de perder dinheiro e vire uma excelente maneira de melhorar seus resultados. Como? Usando a informação correta, aquela que ajuda o varejista a escolher exatamente o produto que o cliente quer, a decidir qual o preço colocar e a quanto negociar com a indústria.

O resultado disso? Quando a crise passar e o país retomar o crescimento e consequentemente os clientes retomarem seus hábitos de consumo, o varejo estará mais profissionalizado e, consequentemente, poderá colher os frutos. Além disso, se durante a crise forem desempenhadas as corretas estratégias de se lidar com o mercado, o impacto que a crise trará tanto no presente, quanto no seu fim, serão muito menores!.

Como disse Sam Walton, fundador do Wal-Mart, durante a crise de 1991: “Perguntaram-me o que eu achava da recessão. Pensei a respeito e decidi que não participaria dela”.

Fonte: http://www.sm.com.br/portal/Principal/arquivos/Revista/184/upload/SM_201509_lowres.pdf